sexta 19 de maio de 2017 na TV aberta

SESSÃO DA TARDE
15h10 Globo - Três Ladrões e Um Bebê
(Bo Bui Gai Wak, Hong Kong, 2006)
Direção: Benny Chan
Elenco
: Jackie Chan, Louis Koo, Yuanyuan Gao, Michael Hui, Biao Yuen
Sinopse: Para o compulsivo jogador de Slipper existe apenas uma coisa mais aterrorizante do que os credores - o som do choro de um bebê. Mas e se um bebê se transforma-se no salvador de suas dívidas? Sua fobia por fraldas, mamadeiras e canções de ninar desapareceria? Essa oportunidade surge quando, junto com seu senhorio e o oportunista Octopus, sequestra BB, o neto de um magnata.
CORUJÃO
3h58 Globo - O Preço do Amanhã

(In Time, EUA, 2011)
Direção: Andrew Niccol
Elenco: Justin Timberlake (Will Salas), Amanda Seyfried (Sylvia Weis), Cillian Murphy (Raymond Leon), Olivia Wilde (Rachel Salas), Matt Bomer (Henry Hamilton), Johnny Galecki (Borel), Vincent Kartheiser (Phillip Weis), Alex Pettyfer (Fortis)
Sinopse: "Viva para sempre ou morra tentando"
No futuro as pessoas pararão de envelhecer aos 25 anos. Para evitar o problema de superpopulação, o tempo passasá a ser a moeda de troca – com "liquidez" a partir dos 25 anos, quando o indivíduo recebe 1 ano gravado no braço direito como se fosse uma fístula-cronômetro para administrar. Nessa época vão existir lojas de "99 Segundos", o cafezinho custará 4 minutos, uma ligação telefônica 1 minuto e uma passagem de ônibus 2 horas. Essa situação acaba permitindo aos ricos serem imortais, cobrando taxas de juros elevadas por empréstimos, além de taxas e impostos que aumentam o custo de vida, enquanto os pobres têm que lutar pela sua sobrevivência a cada dia e muitos acabam falindo - e falecendo.
Sylvia Weis, uma garota rica e filha de um banqueiro de New Greenwich é mantida como refém por Will Sallas, um jovem da periferia de Dayton, falsamente acusado de matar um homem para roubar seu tempo.
Durante a fuga, os dois vão descobrir que o amor é mais importante que todo o tempo do mundo.

Trecho da Crítica de Rodrigo Zavala, do site Cineweb:
"(...) Embora parta de um pressuposto interessante, o desenrolar desta história causa certo estranhamento pela falta de coerência. Simplesmente, não se entende como as pessoas não envelhecem, tal como pode ser questionada a falta de contemporaneidade deste futuro. Will trabalha visivelmente de forma obsoleta nos dias de hoje e ninguém parece ter acessórios mais evoluídos, principalmente eletrônicos, o maior sinal de futuro em qualquer obra. (...)"

Trecho da Crítica de Filipe Freitas, do site Pílula Pop:
"(...) Se o filme tem um problema, ele reside no fato de não dedicar tempo além do mínimo para conferir profundidade aos personagens, que são em sua maioria apenas um pouco mais tridimensionais que clichês ambulantes. Também fica difícil avaliar o trabalho do elenco, quando temos personagens como o “Agente do Tempo” Raymond Leon, um septagenário interpretado por Cillian Murphy, que tem apenas trinta e poucos anos. Como incorporar um personagem de setenta, noventa ou cento e tantos anos, alguém experiente e confiante, mas cansado da vida, mas sem nenhuma das debilidades físicas que normalmente associamos à velhice? Assim como os atores não têm uma base a partir da qual trabalhar, também não temos uma referência para julgar a sua atuação.(...)"

Trecho da Crítica de Carlos Eduardo Corrales, do site Delfos:
"(...) A quantidade de bens que a nossa sociedade produz é mais do que suficiente para todos viverem dignamente, mas o sistema é organizado para aqueles que têm muito tenham cada vez mais, enquanto os que têm menos terão cada vez menos. Essa é uma discussão bastante presente neste filme, e é o que o torna tão especial.
O primeiro ato é repleto de diálogos que servem para apresentar seu mundo como uma metáfora para o nosso. Depois começa a ação, culminando em algo que poderia ser chamado de Robin Hood para a nova geração. (...)"

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