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Amarelo Manga


(Brasil, 2002)
Direção: Cláudio Assis.
Elenco: Chico Diaz, Matheus Nachtergaele, Leona Cavalli
Sinopse:
No subúrbio de Recife, Lígia (Leona Cavalli) acorda já mal humorada, pois terá de suportar mais um dia servindo fregueses, que às vezes a bolinam no bar onde trabalha. Quando o dia terminar, só lhe restará voltar ao seu pequeno quarto, em um anexo do bar, e dormir para suportar a mesma coisa no dia seguinte.
Paralelamente Kika (Dira Paes), que é muito religiosa, está frequentando um culto enquanto seu marido, Wellington (Chico Diaz), um cortador de carne, decanta as virtudes da sua mulher enquanto usa uma machadinha para fazer seu serviço.
Neste instante no Hotel Texas, que também fica na periferia da cidade, Dunga (Matheus Nachtergaele), um gay que é apaixonado por Wellington, varre o chão antes de começar a fazer a comida. Na verdade ele é a pessoa mais polivalente no Texas, pois faz de tudo um pouco. Um hóspede do Hotel Texas, Isaac (Jonas Bloch), sente um grande prazer em atirar em cadáveres, que lhe são fornecidos por Rabecão, um funcionário do I.M.L. Apesar de decantar Kika, isto não impede de Wellington ter uma amante, que está cansada da situação e quer que ele tome logo uma decisão. Já Dunga pretende conseguir Wellington de outra forma, ou seja, fazendo um trabalho em um terreiro, assim de uma vez só ele "dá uma rasteira" na mulher e na amante. Isaac vai se encontrar no bar com Rabecão para lhe avisar que pode levar o cadáver. Lá ele conhece Lígia e sente vontade de ir com ela para a cama, mesmo com Rabecão lhe avisando que ninguém ali transou com ela.

Central do Brasil


(Brasil, 1998)

Direção: Walter Salles

Roteiro
de João Emanuel Carneiro e Marcos Bernstein, baseado em argumento de Walter Salles. Fotografia de Walter Carvalho. Elenco: Fernanda Montenegro (Dora), Vinícius de Oliveira (Josué), Marília Pêra (Irene), Soia Lira (Ana), matheus Nachtergaele (Isaías), Othon Bastos (César), Otávio Augusto (Pedrão), Caio Junqueira (Moisés), Stella Freitas (Yolanda)

Sinopse: Dora (Fernanda Montenegro), uma professora aposentada, escreve cartas para analfabetos na estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro e ajuda Josué (Vinícius de Oliveira),um garoto de oito anos cuja mãe foi atropelada, a tentar encontrar o pai que nunca conheceu, no interior do Nordeste.

Bastidores: -Recebeu em 1999, 2 indicações ao Oscar: Melhor Atriz (Fernanda Montenegro) e Melhor Filme Estrangeiro. Central do Brasil foi o primeiro trabalho como ator de Vinícius de Oliveira.

-Recebeu os prêmios de melhor filme e atriz no Festival de Berlim







O Primeiro Dia

(Brasil/ França, 1999)

Direção: Walter Salles, Daniela Thomas

Elenco: Fernanda Torres, Luiz Carlos Vasconcelos, Matheus Nachtergaele

Sinopse: O destino de João (Luiz Carlos Vasconcelos), encarcerado num presídio do Rio de Janeiro, nunca deveria se cruzar com o de Maria (Fernanda Torres), isolada em seu apartamento. Mas no dia 31 de dezembro de 1999, João foge da prisão. Maria vaga pelas ruas da cidade desamparada e abandonada pelo marido, enquanto João é perseguido nos becos e favelas de Copacabana. Começa a contagem regressiva da virada do ano. Estouram os primeiros fogos de artifício. Sem nenhuma perspectiva, Maria sobe para o telhado de seu prédio, mesmo lugar em que João busca se esconder. Nesse espaço entre o céu e a terra, na utopia de uma única noite, a cidade partida se abraça e o milagre se produz. Até a chegada do primeiro dia.



Linha de Passe

(Brasil, 2008)

Direção: Walter Salles, Daniela Thomas

Roteiro de Daniela Thomas,George Moura. Elenco: Vinícius de Oliveira (Dario), João Baldasserini (Dênis), José Geraldo Rodrigues (Dinho), Kaique de Jesus Santos (Reginaldo), Sandra Corveloni (Cleuza)

Sinopse: Dona Cleuza é uma empregada doméstica que cria sozinha numa casa em Cidade Líder, na periferia de São Paulo, quatro filhos, enquanto espera pelo quinto. Torcedora fanática do Corinthians, ela sofre com a idéia de ver seu time rebaixado para a segunda divisão.


Dinho é o filho mais velho de Dona Cleuza. Dono de temperamento explosivo, resolveu dar um novo rumo à sua vida passando a frequentar assiduamente uma igreja evangélica pentecostal ("O Espírito se move em Você") e com isso acabou virando motivo de gozação ("depois que virou crente não fala mais com os pecadores, não?"). Dinho trabalha como frentista num posto de gasolina onde tenta ganhar a confiança do chefe controlador, que não gosta nada quando o irmão de Dinho, o motoboy Dênis, quer encher o tanque "na faixa".

Dênis é um dos 300 mil motoboys da cidade. Com a grana que recebe mal consegue pagar as prestações da moto e ainda tem um filho, fruto de um relacionamento prematuro, para ajudar a criar. Dênis está numa penúria tão grande que pode acabar fazendo besteira...

Dario completa 18 anos em 17 de maio de 2007. Para ele, esta data significa muito, já que quando um garoto completa 18 anos deixa de participar das "peneiras", os processos de seleção para pleiteantes a carreira de jogador profissional de futebol. Dario é um meia-armador driblador, arrojado, mas às vezes isso não é suficiente para alcançar seu sonho.
Quando surge uma oportunidade de uma vaga no Tiradentes F.C., Dario resolve ir pro tudo ou nada.

Reginaldo é o filho mais novo de dona Cleuza e o único negro na família. Procura saber quem é seu pai, a quem procura compulsivamente depois que ficou sabendo que ele é um motorista de ônibus.

Enquanto isso o ralo da pia da cozinha entupiu.


Doce de Mãe

(Brasil, 2012) - feito para a TV
Direção: Jorge Furtado
Elenco: Fernanda Montenegro (Dona Picucha), Marco Ricca (Sílvio), Louise Cardoso (Elaine), Matheus Nachtergaele (Fernando), Mariana Lima (Susana), Daniel de Oliveira (Jesus), Mirna Spritzer (Zaida) e Elisa Volpatto (Carolina).
Sinopse: Dona Picucha (Fernanda Montenegro) é uma víuva de 85 anos, que vive com sua empregada Zaida (Mirna Spritzer) há 27 anos, encara a vida com bom humor e sabe tirar o melhor proveito de todas as dificuldades que enfrenta. Cercada de suas maiores paixões: cozinhar e ouvir samba, Picucha tenta ajudar todos que estão a sua volta com a doçura de quem já viveu muito e sabe o que a vida lhe reserva.
Com as famosas "Panquecas Flambadas" ela consegue fazer com que os quatro filhos larguem tudo que estão fazendo para correr até a casa da mãe. E é em um desses encontros, com o prato preferido servido à mesa, que Picucha anuncia para Silvio (Marco Ricca), Elaine (Louise Cardoso), Suzana (Mariana Lima), Fernando (Matheus Nachtergaele), a neta Carolina (Elisa Volpatto) e a nora Florinha (Áurea Baptista), que sua companheira e confidente, Zaida, vai se casar e está de mudança. O que para os filhos é uma preocupação, para Picucha é sinonimo de liberdade.



Tapete Vermelho

(Brasil, 2006).
Comédia - 100 min.
Direção: Luiz Alberto Pereira.
Roteiro de Luiz Alberto Pereira e Rosa Nepomuceno. Produção: Ivan Teixeira e Vicente Miceli para a LAPFILME Produções Cinematográficas Ltda.. Elenco: Matheus Nachtergaele (Quinzinho), Vinícius Miranda (Neco), Gorete Milagres (Zulmira), Rosi Campos (Maria), Aílton Graça (Mané Charreteiro), Jackson Antunes (Gabriel), Paulo Betti (Aparício), Débora Duboc (Sebastiana), Paulo Goulart (Caminhoneiro), Cássia Kiss (Tia Malvina), Cacá Rosset (Dono de cinema), Yassir Chediak (Seu Renato), Fernanda Ventura (Benedita), Manoel Messias (Adão), André Ceccato (Gumercindo), Martha Meola (D. Rosa), Cacá Amaral (Seu Marcolino), Cid Maomé (Zé Pirambêra), Delmon Canuto (Alberico), Duda Mamberti (Turco do armarinho), José Antônio Nogueira (Ico), Zé Mulato (Violeiro no Bar do Ico), Cassiano (Violeiro no Bar do Ico)
Sinopse: Quinzinho (Matheus Nachtergaele) é um sitiante do interior paulista que não esquece o quanto gostava dos filmes de Mazzaropi, que ele viu quando menino. No aniversário do filho, decide que o melhor presente é levá-lo para assistir a um filme do comediante no cinema. A família toda se põe na estrada e descobre que os cinemas estão acabando. E que o País tem uma porção de outros problemas.
Estréia: 14/04/2006
Notas da Crítica:
Kleber Mendonça Filho, Cinemascopio: 2,5/4
Sérgio Alpendre, Paisà: 3/5
Neusa Barbosa, Cineweb: 3/5
Érico Fuks, Cinequanon: 3/5
Fábio Yamaji, Cinequanon: 3/5
Angélica Bito, Cinequanon: 3/5
Pablo Villaça, Cinema em Cena: 3/5
Miguel Barbieri Jr., VEJA SP: 2/5
Chico Fireman, Filmes do Chico: 2/5
Cesar Zamberlan, Cinequanon: 2/5
Cid Nader, Cinequanon: 2/5
Elie Politi, Cinequanon: 2/5
Carlos Massari, Cinéfilos On Line: 4/10
ÍNDICE NC: 5,09/13